As 10 perguntas (ainda) sem resposta

 

As 10 perguntas (ainda) sem resposta, sobre o actual modelo compulsivo de educação sexual na escola:

 

1.      quais os pressupostos teóricos que permitem pensar que o modelo vai resultar;
2.      onde foi o modelo submetido a "experiência", ou pelo menos a uma "quasi-experiência", com população de estudo e de controle estatisticamente equivalentes;  
3.      quem foram as personalidades independentes e de reconhecido mérito que levaram a cabo essa experiência;
4.      qual a amostra estatisticamente representativa da população escolar portuguesa que foi estudada;
5.      consequentemente, onde foi verificado que os bons resultados previstos no modelo foram de maneira tecnicamente significativa constatados na prática;
6.      em que revista com referee e indexada no ISI (as únicas relevantes para a FCT) foram publicados os resultados dessa avaliação;
7.      qual o follow-up da experiência;
8.      em que países foi um modelo semelhante aplicado;    
9.      em que países um modelo semelhante foi associado à diminuição da gravidez adolescente e das Infecções de Transmissão Sexual;
10. qual o efeito previsível da distribuição de contraceptivos hormonais ao nível da saúde física (cancro, antes de mais) e mental das alunas, ao nível relacional e ao nível da feminização da pobreza (no sentido de G. Ackerloff o Nobel da Economia que estudou o efeito dos contraceptivos na sociedade). 
Até termos respostas claras e objectivas a estas questões, não há razões para considerar que o modelo legal de educação sexual se funde num trabalho científico metódico e sério.
 

Carta aos pais e mães de Portugal

 

Aos pais e mães de Portugal,               

A Plataforma de Resistência Nacional é um agente agregador de boas vontades que luta pela recuperação da liberdade, a liberdade das famílias, agora ameaçada pela imposição obrigatória de um modelo único de educação sexual nas escolas.
Que nos moveu? Que coisas fizemos? É essa a informação que agora vamos dar.
A tentativa de impor um modelo único de educação sexual nas escolas, sendo coisa antiga, foi neste ano mais longe do que nunca.
Em anos anteriores, algumas leis introduziram novidades nessa matéria, de modo disperso e subtil, e passaram inadvertidas à opinião pública.
Os primeiros alertas surgiram com peças jornalísticas do “EXPRESSO” em Maio de 2005, que obrigaram a recuos do Governo, que vieram a demonstrar-se meramente tácticos.
Nos últimos meses, mais factos preocupantes nalgumas escolas voltam a fazer soar o alarme. Afinal o que é que se passa?
Em Fevereiro passado, o PS propôs na AR a imposição obrigatória de um modelo único estatal de educação sexual nas escolas.
Cidadãos protestaram, a oposição quis alterar, especialistas criticaram, mas em vão: no dia 4 de Junho a proposta é aprovada pelo PS e PCP/PEV.
Nesse momento muitos pais portugueses entram em alerta vermelho e surge a Plataforma-RN.
O Presidente da República promulga a lei, a Lei 60/2009 – um nome a não esquecer.
Quais as razões da luta da Plataforma-RN?:
·         “O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas.” – artº 43 da Constituição
 
·         São os pais que devem - por imperativo ético anterior ao Estado - decidir o que pretendem transmitir aos filhos em matéria de vida, amor humano, sexualidade, educação para o afecto, e para amizade.
 
·         É esse dever grave - que fundamenta o direito dos pais a educar os filhos - que o Estado português, com uma perturbadora prepotência, decidiu agora desprezar.
 
·         Se a escola é de todos, então nela todos devem poder encontrar a educação sexual com que se identificam. Tem-na quem a quer e quem não a quer, não a tem. Porque a educação sexual não é “matemática”.
 
·         Sempre a tentação opressora dos regimes totalitários passou pela intromissão no último reduto de liberdade e estima que é o espaço familiar. Tentação tantas vezes maquilhada de “valores” modernos.
 
·         Intromissões como essas contribuem para o mal-estar difuso na sociedade, o distanciamento em relação aos políticos. Mas não ferem o amor pelo país que é nosso e dos nossos filhos. Muito menos agora.
 
·         A lei é errada. Vai causar danos. Acabará por ser superada. Dá pena ver as autoridades de hoje irremediavelmente associadas a este passo em falso.
 
·         Até agora a tensão situou-se em torno dos órgãos decisores. Em diante, a tensão vai contaminar as escolas, as salas de aula, as famílias.
Deseja mais informações? Visite-nos em www.plataforma-rn.com
Gostava de aderir? Junte-se a nós em www.plataforma-rn.com
Portugal, Outubro de 2009.
 
A Plataforma de Resistência Nacional
 
   

"CARTA ABERTA AOS PAIS PORTUGUESES" (WILLIAM Coulson)

Carta publicado no jornal Expresso de 28 de Maio de 2005.

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Carolina do Norte (EUA), aprova lei de educação sexual…

Um dos estados dos EUA – país que já exportou várias experiências educativas – acaba de aprovar uma lei de educação sexual. Relembre-se que o modelo único português foi criado nos EUA há mais de 30 anos, e, também com esta nova lei, está em profunda revisão.

Ler mais...
 
"Nenhum sector da sociedade pode pois impôr a sua visão moral a outrém"
(Grupo Parlamentar do PCP, 22 de Março de 2009)

 
Pais de Portugal: conseguem educar os vossos filhos?


YES, WE CAN!

 

Contracepção hormonal nas escolas e o cancro da mama

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